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Email marketing e vídeo: o benefício dessa integração

Por Ricardo Franco

De acordo com o instituto de pesquisa MarketingSherpa, vídeo online é o segundo meio que exerce maior  influência em processos de tomada de decisão durante o ciclo de compra online, perdendo somente para as revisões e comentários de outras pessoas (MarketingSherpa Business Technology Marketing Benchmark Guide).  Parece claro então que nenhum esforço de marketing on line fica completo sem vídeo para acelerar o processo de compra do consumidor, conforme mostra a figura abaixo:

MarketingSherpa Business Technology Marketing Benchmark Guide 2007 – 08

 

Também de acordo com outro instituto de pesquisa, o E-Marketer, há quase 500 milhões de assinantes de banda larga no mundo, sendo que 80% destes assinantes acessam vídeo online regularmente. Parece então natural que os consumidores já esperem encontrar vídeo em todos os websites visitados, caso contrário a percepção é de que alguma coisa está faltando.

                O email marketing já tem sido usado durante todo o ciclo de compra online e pode se tornar muito mais efetivo se incorporar vídeo, não anexado, mas iniciando o vídeo com um simples toque, de um servidor especializado em manter fluxos (streamings) de vídeo com qualidade e sem necessidade de players adicionais - é o videoMail marketing ou VideoMailing®.

                Vejamos alguns exemplos de uso desta ferramenta de marketing durante todo o ciclo de compra online:

                Branding & Awareness (Apresentar a Marca): Nesta fase, os consumidores estão sendo apresentados, começando a se familiarizar e aprender sobre a marca, seus produtos, serviços e concorrentes. Vídeo pode ter a capacidade de capturar o interesse e envolver emocionalmente o consumidor como nenhum outro meio. A capacidade de contar uma história e passar uma mensagem de forma universal, às vezes sem necessidade de palavras, é um dos pontos mais efetivos do vídeo para se construir uma marca através da experiência do consumidor. Um VideoMailing® pode ser aplicado como anúncio, marketing viral ou comunicação oficial da marca incorporando todos estes benefícios.

 

Interest & Consideration (Despertar Interesse e Consideração para a Marca): Durante a fase de Interesse e Consideração, potenciais compradores precisam ser conectados aos benefícios dos produtos ou serviços que devem ser apresentados através de uma clara proposta de valor. O vídeo oferece a possibilidade trazer à vida estes produtos e serviços, oferecendo uma experiência completa por ultrapassar barreiras culturais ou de linguagem. Um VideoMailing® usando, por exemplo, o formato de “video tour virtual” sob demanda do usuário pode oferecer diferentes níveis de profundidade nas informações visualizadas e satisfazer todos os interessados.

Além disso, nesta fase a mensuração de resultados através de “analytics” de acesso dos interessados é de vital importância para sintonizar melhor o conteúdo e melhorar a afinidade da mensagem à audiência desejada.

Evaluation (Avaliação do Produto ou Serviço): Na fase de avaliação os consumidores estão prontos para mergulhar mais fundo nas características do produto ou serviço. Eles procuram por validação ou confirmação de que suas necessidades serão atendidas. Vídeos de maior duração, acionados por um VideoMailing® de degustação, podem fazer a diferença no processo de decisão e serem mais efetivos do que qualquer outro formato. Estudos de caso e vídeos testimoniais com depoimentos de clientes são os mais recomendados nesta fase. E podem ainda ser apresentados em alta definição ou full screen, aumentando o impacto e a experiência pessoal do consumidor.

 

Purchase & Loyalty (Compra e Fidelização do Consumidor): Manter e fidelizar clientes através do relacionamento contínuo e excedência das expectativas é a melhor prática de marketing nos dias atuais – por isso profissionais de marketing continuam investindo nos consumidores, mesmo durante um longo período após o momento da compra. Não importa se a finalidade é informação, treinamento, reforço de marca ou conteúdo estratégico para novos lançamentos e posicionamentos no mercado, um bom vídeo associado à iniciativa de email marketing oferece a maneira mais atraente e efetiva de fidelizar um consumidor e mantê-lo sempre no ecossistema da marca.

 


Publicado por Paula Miranda em 23 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




Vídeo chat pode estar presente em futuros iPhones e iPads

Fonte: iMasters

Informações divulgadas no final de semana apontam para o recurso vídeo chat no iPhone e no iPad. A imagem abaixo comprova isso.

Os ícones foram vistos no SDK 3.2 e indicam ligações através de vídeo nos aparelhos da Apple.

Além disso, foram identificadas uma menção a “VideoChat” no código do TelephonyUI e referências a iChat.

De acordo com o site 9 to 5 Mac, é pouco provável que a Apple tenha construído ícones e os tenha disponibilizado no SDK sem planos de um futuro release.


Publicado por Paula Miranda em 23 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




Google é responsável por 40% dos vídeos assistidos na internet nos EUA

Fonte: Portal Imprensa

De acordo com um estudo da comScore, 177,85 milhões de internautas norte-americanos assistiram a 33,2 bilhões de vídeos em dezembro de 2009. Ou seja, 86,5% de toda a audiência da internet do país assistiram a vídeos online.

O levantamento revelou que o Google lidera a preferência dos internautas, com 39,8% do mercado e 33,2 bilhões de vídeos. O YouTube responde por cerca de 99% desse total.

Em segundo lugar ficou o Hulu, com aproximadamente 1 bilhão de vídeos assistidos, o que representa 3% do share de dezembro. Logo atrás aparecem Microsoft, com 561 milhões de vídeos, Fox Interactive Media, com 551 milhões, e Yahoo!, com 539 milhões.


Publicado por Paula Miranda em 12 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




RedesSociais.br - Estudo da Agência Click

A AgênciaClick realizou um radar completo do perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. Confira.


Publicado por Paula Miranda em 12 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




Em dezembro, 23 milhões navegaram em sites de vídeos

Fonte: IBOPE Nielsen Online – NetView

 

Também em dezembro, 23 milhões navegaram em sites da subcategoria Vídeos e Filmes, em que se classificam site como o YouTube, e 13,8 milhões navegaram em sites da categoria Transmissão de Mídia, em que estão os sites de vídeos profissionais. Juntas, as duas categorias chegam a 24,8 milhões de pessoas assistindo a vídeos on-line. Tempo de navegação já é de 1 hora e 5 minutos por mês na subcategoria Vídeos e Filmes.

 

Outros mercados, como Venezuela, Colômbia e Peru, têm mais de 30% da população que entram em sites de vídeos, mensalmente.

 

 

 

 

 


Publicado por Paula Miranda em 12 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




Acesso à internet chegou a 66,3 milhões de pessoas em dezembro de 2009

Fonte: IBOPE Nielsen Online- NetView

E encontrou o mercado publicitário online aquecido, com mais de 4.491 campanhas realizadas por 1.784 anunciantes

Não somente o ano fechou com 66,3 milhões de internautas, compostos por acessos em todos os ambientes, sejam eles residências, trabalho ou locais públicos, como navegou por mais tempo que europeus e americanos, totalizando 44 horas no mês, à frente de: EUA, com 40 horas, Austrália com 39 horas, França com 38 horas, Reino Unido com 37 horas, Espanha com 35 horas, Alemanha com 33 horas, Japão com 31 horas e Itália com 29 horas, englobando os locais de acesso trabalho e domicílios. Quando o acesso inclui tempo de uso no computador, este número sobe para 66 horas em dez/09


Publicado por Paula Miranda em 12 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




A experiência do varejo global no maior evento do setor: O BIG SHOW DO VAREJO 2010

NRF 2010 - CONVENÇÃO E EXPOSIÇÃO - NEW YORK 
Por Alceu Costa Junior*
CENÁRIO

Foi curioso perceber, nessa minha primeira participação da NRF (National Retail Federation) em Nova Iorque, justamente num ano tão atípico, a energia despendida pelos profissionais do varejo americano na tentativa de entender a situação atual e principalmente vislumbrar caminhos para a retomada das vendas.  No entanto, apesar de estarem arregaçando as mangas e fazendo tudo que está ao alcance, a solução definitiva parece ainda estar longe…..Segundo eles mesmos: empregos, empregos e mais empregos!!!!

Num dos painéis de discussão, Allen Questrom, diretor do Wal-Mart Stores, levantou que na última década a população americana aumentou em 30 milhões.  Porém, nessa mesma época não houve crescimento na oferta de empregos e o poder aquisitivo da população recuou em 10%.

Apesar deste cenário e mesmo tendo saído de um ano de crise global, as previsões para 2010 são de estabilidade…sem crescimento, o que demonstra um otimismo responsável.

Neste contexto, os varejistas estão voltando suas atenções para as “Necessidades” e deixando em segundo plano os “Supérfluos”.

Ainda segundo Questrom, a internet responde por cerca de 7% das vendas do varejo, mas é o website que leva o consumidor até a loja, pois é lá que acontece a pesquisa. Então ele tem que ser realmente muito bom, mesmo que não traga resultados objetivos/diretos(ROI).  Entretanto, 75% das decisões de compra são feitas na loja, o que ressalta a importância de um ponto de venda bem trabalhado em termos de experiência de marca, experimentação de produto, merchandising e treinamento qualitativo para a força de vendas.

ANÁLISE E GESTÃO DO NEGÓCIO

Uma das tônicas encontradas na feira da NRF 2010 foi a presença de soluções cada vez mais avançadas para análise do comportamento do consumidor no ponto de venda.  Desde gôndolas que detectam a presença de um consumidor por infravermelho e a retirada de um produto através de uma balança, até soluções mais sofisticadas que integram câmeras espalhadas por toda a loja que, por reconhecimento biológico (face-recognition, nesse caso), conseguem traçar os caminhos mais percorridos por cada grupo de consumidor, bem como quais produtos foram retirados das prateleiras e levados ao caixa.

Entretanto, no meu entendimento, as principais evoluções dessas soluções estão na captura automática e análise dos dados pelos softwares de gestão.  Com base em parâmetros pré-definidos estes dados podem ser acessados em tempo real, permitindo que o gestor da loja possa tomar decisões de posicionamento de mercadorias em locais estratégicos, gerenciamento de categorias baseado no comportamento do seu consumidor, no ambiente real da sua loja, melhorando assim as taxas de conversão de ações e promoções dirigidas.

O foco aqui é realmente conhecer o consumidor, seus hábitos, suas necessidades através de dados coletados no próprio ponto de venda, com todas as suas facilidades ou limitações arquitetônicas, no momento real de sua compra, sem qualquer interferência que possa mascarar ou gerar tendências nos resultados.

MOBILIDADE/PORTABILIDADE

A disponibilidade de mais um meio de comunicação com o consumidor também parece estar sendo bem explorada. Existem exemplos simples de utilização como uma capinha para o iPod Touch que o transforma em um terminal de pagamento com cartão de crédito/débito, tirando o consumidor da fila do caixa e, portanto, melhorando sua experiência na loja. Além disso, há outras mais sofisticadas como a colocação de QR Codes nas gôndolas que podem ser lidos pelos smartphones, trazendo informações mais detalhadas sobre aquele determinado produto, como métodos de produção sustentáveis, recomendações de uso, combinações com outros produtos da marca, vídeos com receitas e outros conteúdos que reforçam o estabelecimento de uma relação do cliente com a marca.

Outra forma muito interessante de interação através do celular foi apresentada num case londrino, no qual a loja utilizava um game interativo em um painel eletrônico fora do estabelecimento para atrair o público de pedestres (http://tv.take5filmes.com.br/?video=52). Ao passar pela rua, o painel chamava os pedestres a utilizarem seus smartphones como controles remotos para jogarem e, com isso, concorriam a prêmios que poderiam ser retirados imediatamente na loja.

Isso mostra que as possibilidades tecnológicas estão cada vez mais acessíveis e que basta criatividade por parte das agências e vontade de inovar por parte da indústria e do varejo. Tendo sempre em mente que inovar significa correr risco.  Talvez seja difícil a tarefa de comprovar o retorno do investimento um uma ação como esta, mas é nessa hora que os imponderáveis devem ser considerados, pois eles carregarão a marca para o próximo nível de inovação e relacionamento com seu consumidor.

ALGUMAS DICAS PARA ON LINE STORES

Na tentativa de agregar valor àqueles 7% de participação da internet nas vendas do varejo e já que é o website que leva o consumidor até a loja, onde a decisão final é tomada, separei algumas dicas colhidas no decorrer do congresso da NRF 2010, que compartilho a seguir indicando inclusive as referências correspondentes:

- Social Shopping - Algumas lojas, especialmente no setor de moda, já estão se utilizando das redes sociais para divulgar seus produtos.  Alguns sites promovem a criação de looks pelos usuários que podem ser compartilhados, sendo que cada look remete rapidamente a compra dos itens que os compõem (Ex.: www.polyvore.com).

- Empower and Help Customer - Uma boa loja virtual deve ajudar o consumidor e dar a ele o poder de criar, interagir e experimentar. Um bom exemplo é a online store da Converse que permite que o usuário experimente cores, crie seu modelo personalizado, visualize de diversos ângulos, compartilhe com seus colegas e efetue a compra do produto idealizado (www.converse.com).

- O Conteúdo Vira a Interface - Um web design criativo pode integrar tão bem os produtos a ponto deles se tornarem a própria interface de navegação e compra (Ex.: www.gucci.com).

- Entretenimento e Diversão - Com consumidores cada vez mais exigentes, proporcionar uma boa experiência online é fundamental. Nesse quesito, o vídeo faz um papel importantíssimo criando um elo emocional com a marca e os produtos.  Todos os setores que envolvem compras emocionais (moda, turismo, entretenimento etc) perceberão um aumento na utilização de recursos em vídeo (Ex. www.dvf.com).

Mas vale reforçar o que já foi dito antes: estes investimentos, apesar de acontecerem no online, devem compartilhar os resultados de venda obtidos na loja física, pois apesar de só 7% das vendas ocorrerem online, é no website que acontecem as pesquisas e portanto é ele que leva o consumidor até a loja.

OPORTUNIDADES

Durante os últimos anos, o varejo americano reforçou muito sua habilidade para o auto-serviço, onde o consumidor faz tudo sozinho, sem qualquer ajuda do vendedor.  Com as dificuldades atuais, estão resgatando alguns conceitos de serviço e atendimento personalizado, nos quais nós brasileiros somos experts.

Eu vejo duas necessidades e oportunidades para aprendermos com tudo isso.  Nas lojas físicas, nossos vendedores e promotores já têm a vantagem do bom humor, do atendimento cordial incorporado na sua cultura.   Porém, ao contrário dos americanos, devido à sua condição social, normalmente não são consumidores dos produtos que vendem.  Por isso, existe uma grande necessidade de receberem treinamento de alto nível sobre os argumentos de venda.

Já no varejo online, bombardeado por spam’s, banners altamente intrusivos e outras sortes de publicidades extremamente agressivas, o consumidor brasileiro busca mais informação, mais conteúdo sobre os produtos e menos “malho de venda”.  Nós estamos apostando numa categoria que meu sócio, Ricardo Franco, apelidou de “AdverTraining”, na qual utilizamos nossa especialidade, os vídeos online, para passar aos consumidores informações úteis sobre os produtos, na hora certa, no local certo e na medida certa. 

Afinal, um consumidor exigente com serviço como o brasileiro, não é exigente apenas na sua loja física, mas também na online.

Concluindo, o que fica para mim dessa primeira imersão no mundo do varejo global é a necessidade de continuarmos investindo em nossos preciosos valores culturais e equilibrarmos com a valorização das ondas e flutuações dos gráficos de vendas.

* Alceu Costa Junior é Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Take 5, empresa especializada em comunicação corporativa.


Publicado por Alceu Costa Júnior em 20 de janeiro de 2010 Sem Comentários




Brasileiros são a segunda maior população no Twitter

Fonte: iMasters

De acordo com o site ReadWriteWeb, apesar de a popularidade do Twitter ter caído nos Estados Unidos nos últimos seis meses, ela aumentou em países como Brasil, Indonésia e Alemanha.

A empresa de análise em mídia social Sysomos revelou que os EUA representam 50% dos usuários do popular microblog. A queda é significativa, pois, em junho de 2009, esse índice era de 62%.

Ao Brasil cabem 8,8% dos usuários do serviço, 2% acima do número registrado em junho, enquanto que a Indonésia ficou com 2,5% (0,5% a mais do que em junho), e a Alemanha com 2,5% -1,5% acima que o índice anterior.

Mas quando a análise se relaciona ao número total de contribuições através de tweets, o Reino Unido ultrapassa o Brasil. Os Estados Unidos continuam na liderança, com 56,59% das postagens (queda de 50,9% em relação ao ano passado), seguido pelo Reino Unido, com 8,09%. Os tweets brasileiros chegam a 6,73% do total de postagens.

A Sysomos analisou 13 milhões de perfis únicos ativos entre 16 de outubro e 16 de dezembro de 2009.


Publicado por Paula Miranda em 20 de janeiro de 2010 Sem Comentários




Extensões da E-Aprendizagem: E-Training indo além do E-Learning

Por Ricardo Franco*

Já falamos anteriormente que o E-Training é uma modalidade de treinamento que complementa o E-Learning tradicional com algumas características importantes quando a não obrigatoriedade está presente e o incentivo se torna mais importante. A flexibilidade de acesso sob demanda é a mesma do E-Learning, mas vai além das fronteiras de relacionamento direto, atingindo usuários internos, externos, potenciais parceiros e clientes.

Acima de tudo, o conteúdo e formato devem ser motivadores e apresentados por instrutores reais com identidade, cargo e função relacionados ao conteúdo do E-Learning,  trazendo credibilidade para a mensagem e criando um canal exclusivo de interação entre treinando e instrutor.

A E-Aprendizagem complementa a aprendizagem presencial sempre que há desafios geográficos de cobertura nacional, desafios de tempo para o treinamento (já que a execução pode ser feita sob demanda) ou necessidade de atualização frequente e simultânea de conteúdo.

A experiência mostra que há diversos usos da E-Aprendizagem. Existe um uso mais corporativo “B2B” para capacitação (Informação, Marketing, Vendas, Logística etc) e comunicação(Corporativa e Institucional). Contudo, o uso que tem mais crescido é o uso corporativo “B2C”, mais direcionado à formação pessoal para informação e desenvolvimento de habilidades.

Novas modalidades de treinamento têm surgido e novas nomenclaturas estão sendo criadas como o “AdverTraining” (comunicação e treinamentos em forma de anúncios) e “EnterTraining” (treinamento em formato de entretenimento).

Muito se fala sobre o ROI da E-Aprendizagem, que com certeza deve levar em conta uma ampla definição de benefícios e investimentos, mas certamente não será tão rico se não houver acompanhamento do aproveitamento com alguma certificação. O feedback interativo e individual também deve produzir informações que, se usadas adequadamente, tornam-se inteligência de mercado a respeito de usuários e ambientes de negócio.

Exemplos reais podem produzir ROI calculado de forma tradicional bastante positiva, porém os benefícios contínuos, intangíveis ou indiretos, talvez sejam ainda maiores.

Quanto vale…?

1. Estimular a interação e colaboração dos usuários da E-Aprendizagem?
2. Ouvir diretamente as perguntas e feedback (positivo e negativo) dos usuários no momento do treinamento?
3. Ouvir os desafios de negócio em um canal direto e confidencial com a Matriz ou Fornecedor e poder tomar ações para cada região ou família de produtos?
4. Fidelizar o usuário: transformar o seu site de e-treinamento em um canal/portal de informação de acesso permanente dos usuários?
5. Ter acesso a milhares de vendedores em todo o Brasil que possuem a percepção do valor que a E-Aprendizagem traz para a sua capacitação e resultado pessoal?

A E-Aprendizagem…

1. Completa a aprendizagem presencial e o e-Learning tradicional.
2. Gera valor e credibilidade.
3. Demanda acompanhamento e investimento.
4. Traz benefícios além do financeiro / imediato.
5. É um tipo de comunicação corporativa em constante evolução.
 *Ricardo Franco é Diretor de Relacionamento e TI, da Take 5, empresa especializada em comunicação corporativa. ricardo@take5.com.br


Publicado por Paula Miranda em 19 de janeiro de 2010 Sem Comentários




ROI em Treinamento e Desenvolvimento: Custos que geram resultados imediatos ou investimentos que produzem benefícios futuros?

Por Ricardo Franco*

 

 A importância de garantir que os projetos tragam benefício e valor agregado para as organizações é um fator que parece óbvio e acredito que tenha sido o motivador da criação do ROI (Return On Investment). Porém, em minha opinião, a expressão ROI ficou generalizada demais e passou a ser usada sem levar em conta o contexto real do seu uso. O que dizer de um projeto que pode gerar resultado positivo para outro projeto ou área da empresa seo ROI for medido num contexto muito específico e não refletir estes benefícios adicionais?

 

Todas as áreas internas de uma organização devem propor maneiras de medir os resultados de sua atuação para poder priorizar projetos e competir por recursos. Escolher a melhor metodologia de medição e avaliar o ROI dos projetos é essencial.

 

Para a área de T&D (Treinamento e Desenvolvimento), esta metodologia pode tornar-se uma ferramenta de decisão estratégica se o ROI for bem aplicado, considerando os benefícios diretos e indiretos, tangíveis e intangíveis, imediatos e futuros. A fórmula clássica utilizada é comparar resultados obtidos durante um tempo limitado (esquecendo-se dos benefícios futuros que T&D gera) com custos efetuados durante este período. Ao invés de custo, a palavra é investimento futuro para que se tenha uma nova medição dos resultados em longo prazo.

 

Para isso, o ROI deve ser redefinido por se tratar, nesse caso, de uma atividade educacional: educação não se mede por resultados passados e sim por benefícios que a atividade de T&D irá produzir num futuro próximo. O investimento também deve ser redefinido, pois como a própria definição de investimento nos mostra, ele tem que ser considerado como um investimento que trará resultados no futuro (até porque T&D deve ser uma atividade continuada) e não custos passados, como são comumente aplicados.

 

O grande desafio é encontrar medidas que mostrem os resultados em longo prazo. Quanto vale uma equipe de atendimento ao consumidor melhor preparada após um período de T&D com cursos de conteúdo comportamental, postural e técnico? Como avaliar o impacto na satisfação geral dos clientes e aumento nas vendas? Depende também da natureza do negócio e do mercado, onde a organização está inserida. Não há uma única resposta, mas é essencial criar esta régua de medida ao longo do tempo.

 

Vejamos um exemplo baseado em fatos reais: quatro mil vendedores foram treinados durante seis meses em um programa de E-Aprendizagem. Supondo que ½ vendedores capacitados nos produtos passem a vender um produto a mais por mês e, então, teríamos dois mil produtos/mês como venda adicional. Se a média de preço do produto for R$ 1 mil, teríamos renda extra de R$ 2M/mês ou R$ 24M/ano.

 

Considerando somente 15% deste valor (como margem, lucro ou mesmo fator de segurança deste caso), ele significa um adicional de R$ 3.6M/ano em um programa de E-Aprendizagem que teve investimento anual no programa, menor que R$ 360 mil. Qual é o ROI? 10 vezes o investimento? 1000 %? Payback de um mês?

 

Pode ser, porém talvez os benefícios contínuos, intangíveis ou indiretos, sejam ainda maiores. Quanto vale…

… estimular a interação e colaboração dos usuários da E-Aprendizagem?

… ouvir diretamente as perguntas e feedback (positivo e negativo) dos usuários no momento do e-treinamento?

… ouvir os desafios de negócio em um canal direto e confidencial com a Matriz ou Fornecedor e poder tomar ações para cada região ou família de produtos?

… fidelizar o usuário: transformar o seu site de e-treinamento em um canal/portal de informação de acesso permanente dos usuários?

… ter acesso a milhares de vendedores em todo o Brasil que possuem a percepção do valor que a E-Aprendizagem traz para a sua capacitação e resultado pessoal?

 

Imediatismo e consideração de escopo muito reduzido são os fatores que mais atrapalham o cálculo de ROI. Vendedores melhores treinados podem não produzir resultados imediatos nas vendas, devido às sazonalidades do mercado específico desta organização ou da economia em geral, porém os benefícios de satisfação dos atuais e potenciais clientes (após esta sazonalidade) devem ser considerados, mas são difíceis de medir. Vendedores com maior preparo também tendem a fornecer melhores feedbacks para as áreas de produção e desenvolvimento de produtos, o que permite criar um círculo virtuoso de melhoria de qualidade e portfólio de produtos, extremamente complexo de avaliar e medir, porém essencial para a organização.

 

 *Ricardo Franco é Diretor de Relacionamento e TI, da Take 5, empresa especializada em comunicação corporativa. ricardo@take5.com.br


Publicado por Paula Miranda em 19 de janeiro de 2010 Sem Comentários