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A evolução do banner na Internet

Há 17 anos surgia o banner clicável como conhecemos hoje. Em 1993 foi lançado o Mosaic, primeiro navegador que exibia gráficos misturados com textos nas páginas web, que abriu as portas para a expansão da internet e também inaugurou uma indústria que só no ano passado movimentou mais de 950 milhões de reais no Brasil, de acordo com o estudo do Projeto Inter-Meios.

O primeiro banner da internet foi vendido para uma empresa jurídica de Silicon Valley, no estado americano da Califórnia. Hoje a empresa não existe mais, mas o formato utilizado naquele banner curiosamente se tornou o mais tradicional da web e ainda é um dos mais usados nos dias de hoje, conhecido como full banner.
Logo surgiram diferentes formatos e modelos de comercialização e sites com maior audiência buscavam receita na venda desses espaços, na medida em que os anunciantes aderiam à web como uma nova mídia de divulgação de seus produtos.

Em 2000, um portal com grande tráfego como o AOL.COM já comercializava em torno de 16 formatos de banners para serem veiculados em até 14 páginas distintas do site.

 

Mas, considerando a baixa velocidade de conexão da época e evitando maiores esperas no carregamento das páginas, o portal, como todos os demais, exigia que os banners fossem desenvolvidos de forma simples e com poucos kbytes de peso.

Nos anos seguintes o crescimento da banda larga avança e surgem tecnologias como o Flash, permitindo animações e formatos diferenciados que começam aos poucos a serem comercializados, como os banners expansíveis - onde internautas passam o mouse e eles aumentam de tamanho -, os banners que “flutuam” pela página e outras soluções na briga pelos cliques do usuário.

E com a contínua popularização do acesso rápido, a internet vem se mostrando também como um meio viável e adequado para comunicação em vídeo e jornais, provedores e sites de conteúdo gerados por usuários adotam esse recurso. Em 2009, 68% dos usuários ativos no Brasil navegaram em sites de vídeo, segundo pesquisa do Ibope Nielsen.

 

Essa demanda impulsiona um novo formato de banner, agora conhecido como videobanner, que incorpora vídeo e que é acionado pelo usuário, por meio do clique ou com o passar do mouse.

Com mensagens de curta duração, o videobanner se mostra uma nova forma bastante eficaz de comunicação entre o anunciante e seu público, por conta da maior interatividade que traz na relação com o internauta.
Do primeiro deles aos novos formatos com vídeo em alta definição, o banner é um dos elementos mais tradicionais da internet.
Deve se adequar às novas tecnologias, novos espaços e principalmente aos novos costumes da audiência para continuar sendo uma mídia eficaz, para o anunciante, e atraente à disputada atenção do usuário.

Estamos na era da interatividade, onde mais e mais usuários buscam recursos diferenciados para se fidelizarem às marcas. O videobanner está ganhando considerável espaço para chamar a atenção dos internautas e, diante desse cenário, investir em formatos de mídia que estão no auge da inovação é uma estratégia fundamental tanto para branding como para aumento da probabilidade da venda.

 

 

 

 

 

 

 

 

Luciano Valença é Diretor de Desenvolvimento Web da Take 5, empresa especializada em comunicação corporativa.


Publicado por Luciano Valença em 6 de julho de 2010 Sem Comentários




Google TV é anunciado

Fonte: iMasters

No segundo dia da conferência I/O, Rishi Chandra, um dos gerentes de produto do Google, anunciou a Google TV.

A empresa deixou claro que quer abocanhar um pedaço do setor que envolve um público formado por 4 bilhões de pessoas, fazendo deste mercado o maior do mundo com publicidade equivalente a US$ 70 bilhões anuais.

O executivo afirmou que a empresa tem como objetivos com o lançamento, fazer com o que o usuário perca menos tempo procurando conteúdo e passe mais tempo assistindo, permitir que o usuário tenha controle sobre o que assiste, transformar a TV em algo “mais que TV”, além de tornar o conteúdo disponível mais interessante.

O Google TV será um aparelho ligado à TV. Segundo a empresa, ela vai sintonizar cabos e aparelhos já existentes e será produzida por parceiros do Google.

Durante a apresentação, ficou claro que a novidade será focada em uma caixa de buscas unificada (quick search box), que exibe resultados tanto da TV quanto da web.

Na prática, caso o resultado seja, por exemplo, um programa em exibição em um canal, por a Google TV muda para o canal correspondente. Se for um site, ele aparece em tela cheia, como no PC.

A novidade também permite o modo PIP (Picture in Picture), permitindo a navegação na web enquanto se assiste a algum programa.

O Google TV será baseada no Android, usará o navegador Google Chrome e rodará Flash Player 10.1. A plataforma terá integração com o Android Market, e poderá rodar qualquer aplicativo Android disponível, mas sem a exigência de hardware específico de um telefone.

Além disso, a novidade poderá ser integrada a TVs, aparelhos Blu-ray ou set-top boxes separadas. O hardware poderá ser integrado com os aparelhos já existentes através de HDMI, conexão de banda larga à internet e um “processador poderoso”, combinado a um chip para gráficos 3D e outro processador especializado para auxiliar a reprodução de vídeo em alta definição.

O controle da Google TV será feito via teclados e mouses sem fios, além de smartphones Android.

O Google afirmou que a novidade deve ser lançada no outono norte-americano, mas não especificou uma data.


Publicado por Paula Miranda em 21 de maio de 2010 Sem Comentários




Vídeo online, um caminho sem volta

Por: Paula Miranda*

Pense em como seria a internet sem os vídeos online. Quanta informação você deixaria de receber. Quantos trailers, clipes musicais e comerciais seriam desconhecidos. Rever os gols do seu time ou o último capítulo da novela seria impossível na web. Imagine então quantos anônimos jamais teriam se tornado celebridades.

O vídeo se tornou um dos recursos de maior audiência na internet e os números não param de crescer.  E contra fatos, ou melhor, pesquisas, não há argumentos. Segundo a comScore, instituto global de medição da web,  80% dos internautas nos Estados Unidos assistem a vídeos online. De acordo com o levantamento, esses internautas são quase 150 milhões de americanos.

Aqui no Brasil não é diferente, segundo os dados do IBOPE Nielsen Online, em dezembro de 2009, 23 milhões de brasileiros navegaram em sites de vídeos. O nosso interesse por vídeos é tanto que somos a segunda maior audiência do YouTube no mundo.

Mas nem sempre foi assim. Em minha opinião, são três os principais fatores que foram fundamentais para chegarmos neste cenário:

1) Penetração da Banda larga no país. Em 2009, mais de três milhões de novas conexões de internet de alta velocidade foram comercializadas, número que aponta um crescimento de 26,4% em relação ao ano anterior, de acordo com a consultoria IDC Brasil. Isso reflete que com uma conexão melhor, os brasileiros assistem a vídeos online com muita facilidade.

2) Tecnologias mais acessíveis: filmadoras, câmeras fotográficas digitais, computadores e celulares. Estes recursos estão cada vez mais baratos - o que incentiva os usuários à produção amadora de vídeos. No que diz respeito à tecnologia em publicação e ao gerenciamento de vídeos, hoje é possível que qualquer usuário, por meio de soluções especializadas, subir, editar e compartilhar um arquivo em minutos. A evolução do streaming – a tecnologia de transferência de dados - também colabora para que os conteúdos sejam carregados em menor tempo e maior qualidade.

3) Crescimento das redes sociais. Dos brasileiros conectados a internet, 80% participam de redes sociais, o que contribui diretamente para o compartilhamento de vídeos pela web.

Por essa enorme aceitação dos consumidores, o vídeo online se tornou uma das ferramentas mais eficientes do marketing digital. Utilizando os recursos de som e imagem, o vídeo tem a capacidade de envolver emocionalmente o internauta como nenhum outro meio.

A audiência dos vídeos online é tão crescente que as agências têm se preocupado em produzir filmes especialmente planejados para a web, adequando a linguagem ao público que deseja atingir. Até porque um conteúdo virtual não pode ser demasiadamente longo, já que o internauta tem um comportamento mais impaciente do que de um telespectador. No ambiente web, o vídeo compete diretamente com outras aplicações, como: emails, sites, músicas e chats. Por isso, captar a atenção do público-alvo é um grande desafio.

Atualmente, existem no mercado diversas ferramentas modernas para a utilização de vídeos nas campanhas online. Por exemplo, é possível enviar um email marketing integrado com vídeo, no qual o link fica disponível no próprio corpo do email, ou seja, sem arquivos pesados em anexo e apenas um clique para iniciar o conteúdo.

O email marketing com vídeo é uma excelente solução que contribui para a viralização das campanhas. Outra opção que vem ganhando espaço é o videobanner, uma alternativa mais interessante porque diferente dos banners comuns, esta ferramenta traz um conteúdo mais dinâmico. Sem contar ainda com as TVs corporativas, nas quais as marcas reúnem em uma plataforma só, todos os seus vídeos, deixando-os disponíveis para que consumidor assista, dê nota, comente e compartilhe.

 A tendência para aqui a alguns anos é que tudo seja visto online, inclusive a programação da TV. Em meio há tantos conteúdos, as marcas terão que fazer uso de diferentes ferramentas para atrair a atenção do público e convencê-los a dar o play em seus conteúdos.

Paula Miranda é Coordenadora de Projetos da Take 5, empresa especializada em comunicação corporativa.


Publicado por Paula Miranda em 27 de abril de 2010 Sem Comentários




Samsung aprimora capacitação no varejo com treinamentos online pela Take 5

Expandir sua presença no país, contribuir com o crescimento do varejo e alavancar  as vendas: esses foram alguns dos objetivos da Samsung ao optar pelo Varejo Expert, ferramenta de treinamentos online exclusivamente voltada ao varejo, desenvolvida pela Take 5, empresa especializada em Comunicação Corporativa.

 

A Samsung já fazia uso do E-Training da Take 5 para treinar seus distribuidores e revendas também por meio da web, quando decidiu investir também em um contato mais constante com o varejo, a fim de treinar vendedores que falam diretamente com o consumidor final.

 

A fabricante encontrou nos recursos oferecidos pelo Varejo Expert a possibilidade de pulverizar a sua marca e seus produtos, com maior alcance ao grande número de vendedores que atuam no varejo. Através do Varejo Expert, a companhia treina, por meio dos vídeos online produzidos também pela Take 5, as equipes de vendas com conteúdo relacionado às suas linhas, aplica provas e disponibiliza certificações.

 

O Varejo Expert fica online, disponível em real time, para que a própria Samsung acompanhe o rendimento dos vendedores, uma vez que o sistema traz os relatórios de acessibilidade e produtividade dos treinandos, de forma detalhada. Para que os participantes realizem o treinamento, eles têm um login e senha de acesso ao portal, podendo cumprir o programa de onde estiverem e no horário que lhes convêm.

 

“Esta ferramenta é muito vantajosa para a Samsung, pois permite que o varejista faça o treinamento no horário mais adequado para ele. Também nos permite passar uma mensagem unificada e direta para este público, que é tão importante para nós”, diz Marcio Portella Daniel, Diretor da Divisão de Eletrônicos de Consumo da Samsung.

 

Até o momento, 400 promotores estão cadastrados e a expectativa é que o programa alcance todo o varejo do Brasil. Dentre os resultados que a Samsung vêm alcançando, estão: treinamento mais específico junto aos vendedores que não conseguem sair para eventos presenciais, comunicação atualizada simultaneamente ao lançamento frequente de produtos, captação de maior atenção dos vendedores em relação aos itens, uma vez que normalmente trabalham com muitas marcas e não recebem cursos específicos sobre determinada linha, entre outros.   

 

“Nosso objetivo com o Varejo Expert está em propiciar um relacionamento mais próximo entre o fabricante e a rede varejista, gerando uma comunicação permanente entre os elos da cadeia de vendas. O Varejo Expert é um conceito pioneiro e vem surpreendendo os fabricantes, pois eles descobrem que é possível manter contato com quem mais está à frente de seu produto, na hora de vender. O fato de ser totalmente online também favorece o alcance nacional, minimizando custos de viagens, eventos presenciais, entre outros. Dois dos grandes diferenciais desta ferramenta são a linguagem adequada ao público alvo e a interatividade aplicada junto ao usuário”, explica Alceu Costa Junior, Diretor de Novos Negócios da Take 5.


Publicado por Paula Miranda em 17 de março de 2010 Sem Comentários




Take 5 comemora crescimento de 50% em 2009


O forte
investimento em soluções web interativas refletiu em exponencial crescimento para a Take 5, especializada em comunicação corporativa. A companhia registrou aumento de 50% no faturamento em 2009, comparado ao balanço de 2008. O resultado fiscal da empresa é proveniente da demanda de companhias que buscam melhorar o canal de comunicação pela internet junto aos seus parceiros e colaboradores.

Dados do Ibope Nielsen Online apontam que 68% dos internautas ativos no Brasil (aqueles que acessam a rede pelo menos uma vez ao mês – universo de 36,6 milhões de pessoas), assistem a vídeos online. No total, são 24,8 milhões de pessoas.

O fator também contribui para esse panorama da Take 5, uma vez que o ambiente corporativo, analisando esse interesse dos internautas como um todo pelo vídeo online, passa também a explorar sua comunicação corporativa por meio desse canal.

Segundo Alceu Costa Jr, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Take 5, “muitas empresas têm adotado plataformas de treinamentos com vídeos em suas ações de incentivo interno ou externo para reforçar a estratégia de vendas e unificar a comunicação entre todos os envolvidos nos negócios. Isso contribui para aprimorar a relação comercial entre o mercado e os consumidores”.

Dentre as ferramentas produzidas pela Take 5, estão as soluções E-Training e Varejo Expert, ambas com foco em treinamentos online, que mostraram os melhores resultados em participação na empresa. De acordo com a companhia, atualmente, 50% das atividades estão focadas nessas soluções.

Outro destaque financeiro em 2009 foram os contratos fechados por multinacionais como Intel, Unilever, Emerson e Samsung - que deram retorno de 100% de crescimento para a área de treinamentos online da Take 5.

Ainda de acordo com a empresa, o E-Training e o Varejo Expert apresentaram perspectivas otimistas à produtora, cuja expectativa é dobrar o volume com soluções em treinamentos online até o final de 2010.

“Os resultados do Varejo Expert concretizaram as nossas expectativas e de nossos clientes também. Em oito meses, a Intel conseguiu cadastrar cinco mil vendedores e emitir mais de 15 mil certificações. Já a Samsung, em dois meses, somou mil certificados somente entre seus promotores”, diz Alceu. O executivo complementa que novos setores deverão ser investidos para expandir a cadeia de negócios da produtora.

Para este ano, a Take 5 aposta em novas plataformas como AdverTraining (banners com vídeos explicativos desenvolvidos para páginas de comércio eletrônico) e WebCasting (vídeos transmitidos ao vivo pela internet).

Entre os desafios para o próximo período, a meta é superar em 75% o resultado financeiro em 2010. “O principal investimento será na área online que, consequentemente, impulsiona a produção de vídeos para a Take 5 Filmes, departamento que esperamos impulsionar em 50%”, planeja o Diretor de Desenvolvimento.


Publicado por Paula Miranda em 16 de março de 2010 Sem Comentários




Panasonic começa a vender equipamentos de TVs 3D

Fonte: INFO Online

A Panasonic foi a primeira fabricante de TVs 3D a vender seus equipamentos para o consumidor final. O comércio destes equipamentos começou hoje, nos Estados Unidos.

 Vendas de TVs 3D começam quarta-feira

Algumas lojas da Best Buy vão oferecer televisores 3D aos consumidores americanos por preços a partir de US$ 2,5 mil. O equipamento acompanha leitor de discos Blu-ray.

O anúncio da Panasonic, feito há duas semanas, apressou as fabricantes concorrentes a revelar quando iniciariam a venda de seus dispositivos 3D. A próxima grande marca a estrear no setor será a Samsung que prevê colocar TVs de 46´´ nas lojas da Coréia do Sul e Estados Unidos na segunda quinzena de maio. O preço do telão 3D da Samsung, de 46´´, será de US$ 2350.

 

A japonesa Sony promete iniciar as vendas de seus aparelhos 3D, no Japão, dia 10 de junho. O preço inicial será de US$ 3875, por um televisor de 46´´, com drive Blu-ray.

 

No caso da Panasonic, a primeira companhia a vender comercialmente TVs 3D, uma promoção tentará tornar famoso o consumidor que comprar o primeiro equipamento numa loja da Best Buy. Afinal, o comprador será a primeira pessoa no mundo a adquirir uma TV 3D no varejo.

 

Na média, o preço dos televisores 3D é 50% maior que um equipamento equivalente sem o recurso 3D. O principal obstáculo para as vendas deste tipo de equipamento, no entanto, não é o preço dos produtos, mas o pouco conteúdo disponível para os consumidores.

 

A produção de conteúdo 3D deve ter um boom este ano. Eventos como a Copa do Mundo, por exemplo, deve ter parte de seus jogos gravados em 3D. No Brasil, a Globo prevê registrar o Carnaval 2011 em formato 3D.

 

Este ano, alguns trechos do desfile das escolas de samba já foi registrado em 3D para efeitos de teste.


Publicado por Paula Miranda em 10 de março de 2010 Sem Comentários




Google testa busca na TV

Fonte: Adnews

O Google e a Dish Network Corp, operadora de TV via satélite dos EUA, estão testando um serviço de busca de programação televisiva.

De acordo com o The Wall Street Journal, a busca funciona em decodificadores de TV que utilizam o sistema operacional Android e torna possível encontrar o conteúdo da Dish e do YouTube, além de programar horários de exibição dos programas.

A TiVo, fabricante de decodificadores, está disponibilizando aos consumidores um decodificador com um dispositivo preparado para acesso à internet.

A Dish não quis comentar o assunto, e representantes do Google não estavam disponíveis para comentários.

A iniciativa mostra uma intenção do Google de se aproximar do mercado televisivo e chega no momento em que fabricantes


Publicado por Paula Miranda em 10 de março de 2010 Sem Comentários




Email marketing e vídeo: o benefício dessa integração

Por Ricardo Franco

De acordo com o instituto de pesquisa MarketingSherpa, vídeo online é o segundo meio que exerce maior  influência em processos de tomada de decisão durante o ciclo de compra online, perdendo somente para as revisões e comentários de outras pessoas (MarketingSherpa Business Technology Marketing Benchmark Guide).  Parece claro então que nenhum esforço de marketing on line fica completo sem vídeo para acelerar o processo de compra do consumidor, conforme mostra a figura abaixo:

MarketingSherpa Business Technology Marketing Benchmark Guide 2007 – 08

 

Também de acordo com outro instituto de pesquisa, o E-Marketer, há quase 500 milhões de assinantes de banda larga no mundo, sendo que 80% destes assinantes acessam vídeo online regularmente. Parece então natural que os consumidores já esperem encontrar vídeo em todos os websites visitados, caso contrário a percepção é de que alguma coisa está faltando.

                O email marketing já tem sido usado durante todo o ciclo de compra online e pode se tornar muito mais efetivo se incorporar vídeo, não anexado, mas iniciando o vídeo com um simples toque, de um servidor especializado em manter fluxos (streamings) de vídeo com qualidade e sem necessidade de players adicionais - é o videoMail marketing ou VideoMailing®.

                Vejamos alguns exemplos de uso desta ferramenta de marketing durante todo o ciclo de compra online:

                Branding & Awareness (Apresentar a Marca): Nesta fase, os consumidores estão sendo apresentados, começando a se familiarizar e aprender sobre a marca, seus produtos, serviços e concorrentes. Vídeo pode ter a capacidade de capturar o interesse e envolver emocionalmente o consumidor como nenhum outro meio. A capacidade de contar uma história e passar uma mensagem de forma universal, às vezes sem necessidade de palavras, é um dos pontos mais efetivos do vídeo para se construir uma marca através da experiência do consumidor. Um VideoMailing® pode ser aplicado como anúncio, marketing viral ou comunicação oficial da marca incorporando todos estes benefícios.

 

Interest & Consideration (Despertar Interesse e Consideração para a Marca): Durante a fase de Interesse e Consideração, potenciais compradores precisam ser conectados aos benefícios dos produtos ou serviços que devem ser apresentados através de uma clara proposta de valor. O vídeo oferece a possibilidade trazer à vida estes produtos e serviços, oferecendo uma experiência completa por ultrapassar barreiras culturais ou de linguagem. Um VideoMailing® usando, por exemplo, o formato de “video tour virtual” sob demanda do usuário pode oferecer diferentes níveis de profundidade nas informações visualizadas e satisfazer todos os interessados.

Além disso, nesta fase a mensuração de resultados através de “analytics” de acesso dos interessados é de vital importância para sintonizar melhor o conteúdo e melhorar a afinidade da mensagem à audiência desejada.

Evaluation (Avaliação do Produto ou Serviço): Na fase de avaliação os consumidores estão prontos para mergulhar mais fundo nas características do produto ou serviço. Eles procuram por validação ou confirmação de que suas necessidades serão atendidas. Vídeos de maior duração, acionados por um VideoMailing® de degustação, podem fazer a diferença no processo de decisão e serem mais efetivos do que qualquer outro formato. Estudos de caso e vídeos testimoniais com depoimentos de clientes são os mais recomendados nesta fase. E podem ainda ser apresentados em alta definição ou full screen, aumentando o impacto e a experiência pessoal do consumidor.

 

Purchase & Loyalty (Compra e Fidelização do Consumidor): Manter e fidelizar clientes através do relacionamento contínuo e excedência das expectativas é a melhor prática de marketing nos dias atuais – por isso profissionais de marketing continuam investindo nos consumidores, mesmo durante um longo período após o momento da compra. Não importa se a finalidade é informação, treinamento, reforço de marca ou conteúdo estratégico para novos lançamentos e posicionamentos no mercado, um bom vídeo associado à iniciativa de email marketing oferece a maneira mais atraente e efetiva de fidelizar um consumidor e mantê-lo sempre no ecossistema da marca.

 


Publicado por Paula Miranda em 23 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




Vídeo chat pode estar presente em futuros iPhones e iPads

Fonte: iMasters

Informações divulgadas no final de semana apontam para o recurso vídeo chat no iPhone e no iPad. A imagem abaixo comprova isso.

Os ícones foram vistos no SDK 3.2 e indicam ligações através de vídeo nos aparelhos da Apple.

Além disso, foram identificadas uma menção a “VideoChat” no código do TelephonyUI e referências a iChat.

De acordo com o site 9 to 5 Mac, é pouco provável que a Apple tenha construído ícones e os tenha disponibilizado no SDK sem planos de um futuro release.


Publicado por Paula Miranda em 23 de fevereiro de 2010 Sem Comentários




Google é responsável por 40% dos vídeos assistidos na internet nos EUA

Fonte: Portal Imprensa

De acordo com um estudo da comScore, 177,85 milhões de internautas norte-americanos assistiram a 33,2 bilhões de vídeos em dezembro de 2009. Ou seja, 86,5% de toda a audiência da internet do país assistiram a vídeos online.

O levantamento revelou que o Google lidera a preferência dos internautas, com 39,8% do mercado e 33,2 bilhões de vídeos. O YouTube responde por cerca de 99% desse total.

Em segundo lugar ficou o Hulu, com aproximadamente 1 bilhão de vídeos assistidos, o que representa 3% do share de dezembro. Logo atrás aparecem Microsoft, com 561 milhões de vídeos, Fox Interactive Media, com 551 milhões, e Yahoo!, com 539 milhões.


Publicado por Paula Miranda em 12 de fevereiro de 2010 Sem Comentários